Death Stranding: Director’s Cut chega para PS5

O título mais recente de Hideo Kojima ganhou uma versão repaginada: Death Stranding: Director’s Cut chegou hoje (24/09) para PS5.

O primeiro ponto a ser mencionado é que as novidades inseridas na chamada Versão do Diretor estão inclusas ao longo da narrativa; em outras palavras, mesmo quem já zerou o título original deve jogar tudo se quiser saber cada detalhe que fora colocado.

Veja as notas dos reviews que Death Stranding: Director's Cut vem recebendo  - PSX Brasil
Inserindo novos detalhes ao longo da trama, Death Stranding: Director’s Cut chega para PS5

Para os que não conhecem Death Stranding, sua história se passa nos EUA, ou melhor dizendo, onde ficava o país de um evento sobrenatural que ligou fisicamente o mundo dos vivos e dos mortos, e que dá nome ao jogo. Construções antigas e cidades isoladas umas das outras formam a paisagem, com estruturas que lembram bunkers; estas servem para proteger contra a Chuva Temporal, chuva esta que acelera a passagem do tempo em qualquer coisa que toca.

Ainda, temos os chamados BTs, seres mortos que estão de alguma forma “presos” à Terra. Estes podem surgir com a própria chuva, sendo que sua presença não pode ser sentida por qualquer pessoa. Uma delas é Sam Bridges (Norman Reedus), protagonista da história, o qual desenvolve esta outras habilidades ao longo do jogo com a ajuda de Lou, seu BB, uma ferramenta feita a partir de um feto e que é responsável por ligar ambos os mundos. A função de Sam é entregar suprimentos e demais materiais entre os locais isolados do cenário, contando com a ajuda de Die-Hardman (Tommie Earl Jenkins) e Deadman (Guillermo del Toro) para religar as cidades através da Rede Quiral, uma espécie de Internet.

Novas entregas ficam disponíveis, permitindo liberar novos itens no jogo — Foto: Reprodução/Yuri Hildebrand
Death Stranding: Director’s Cut insere novas entregas para Sam, colocando novos detalhes na história

Uma das novidades da Versão do Diretor é colocar novas entregas para Sam realizar na história, o que coloca novos detalhes: novas armas e itens e também para desbloquear uma nova região no mapa, exclusiva da versão. Uma pista de corrida para disputas de tempo também dá as caras, sendo desbloqueada a partir de uma entrega secundária que aparece no jogo.

Na parte visual, uma das mudanças fica por conta da estética do pod de Lou, o BB que acompanha o protagonista: ao invés de optar apenas por bonés e óculos escuros, há também opções de cores e estampas variadas. Também temos mais opções de cores para os caminhões, motos e itens em geral.

Director's Cut permite editar o pod do BB em diferentes opções de cor e estampas — Foto: Reprodução/Yuri Hildebrand
O pod de BB pode ser editado com diferentes cores e estampas, outra novidade em Death Stranding: Director’s Cut

A jogabilidade também foi levemente alterada: anteriormente, o DualShock 4 permitia sentir alguns impactos mais fortes em caso de quedas ou aterrissagens, mas agora temos o novo DualSense do PS5 garantindo maior tato em diferentes situações. O jogo para PS5 promete uma experiência mais imersiva com pequenas respostas hápticas à caminhada de Sam, sua respiração, às reações do BB, etc.

O campo de tiro é uma das novidades de Director's Cut — Foto: Reprodução/Yuri Hildebrand
Um campo de tiro foi adicionado em Death Stranding: Director’s Cut, permitindo que o jogador treine suas habilidades

E, mesmo que os combates com armas letais sejam raros (afinal, um ser humano morto precisa ser cremado para evitar que se transforme em um BT), em alguns momentos o jogador vai precisar atirar; pensando nisso, a nova versão de Death Stranding tem um campo de tiro, no qual é possível testar cada uma das armas presentes no jogo. Também temos a entrada de itens como a Maser Gun, uma arma que tem a função de deixar os adversários desacordados, evitando mortes e os problemas relacionados.

Death Stranding: Director’s Cut está disponível para PS5 via PlayStation Store.

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Texto por Vitor Santos

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